





























Hadeeth Cards
Da'wa cards that highlight great meanings from the noble prophetic hadiths in a simple style and attractive display that helps the Muslim to have a deeper understanding of his religion in an easy way
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Segundo Jábir ibn Abdullah - Que Allah esteja satisfeito com ele - relatou que: << Muazhi ibn Jabal rezava a oração de Ishá com o mensageiro de Allah - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele -, em seguida voltava para seu povoado e rezava com eles (como imam) aquela oração...>> E noutra narração: O profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - disse para Muazhi: << Que tal se rezasses (recitando) "sabbih isma rabbika al-alá", "wal-shams wadhuhaha", "wal-lail izha yaghchá"? Pois a tua atrás rezam idosos, fracos e pessoas com necessidades >>.
AcordadoAs moradias da tribo Banu Salimah, povoado de Muazhi ibn Jabal Al-Ansary situavam-se nos caminhos de Medina. Muazhi - Que Allah esteja satisfeito com ele - era intenso no anseio de fazer o bem, ele se dedicava em presenciar a oração com o profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele -, por gostar dele e seu anseio no aprendizado, em seguida, depois de cumprir a obrigação atrás do profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - saía para seu povoado para rezar com eles (como imam) aquela oração, para ele se tornava voluntária e para seu povo obrigatória, e isso era com conhecimento do profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - que consentia-lhe isso, mas uma vez ele (Muazhi) prolongou a leitura (do Alcorão), e a lei islâmica é caracterizada pela tolerância, facilidade e não ao radicalismo; porque o radicalismo e o acto de dificultar é igualado a repugnância. E quando a notícia de que Muazhi prolongava a leitura chegou ao profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele -, orientou-lhe a moderar enquanto for imam, e deu exemplo na leitrura de surates medianos: "sabbih isma rabbika al-alá", "wal-shams wadhuhaha", "wal-lail izha yaghchá"; porque é seguido por idosos, fracos e as pessoas que têm necessidades e que teme-se prolongar para eles, então melhora-se a gentileza por eles e a observância deles através da moderação. E quanto ao muçulmano que reza sozinho pode prolongar como quiser.
Segundo Abu Huraira - Que Allah esteja satisfeito com ele - relatou: << O profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - anunciou acerca do dia em que An-Najashi morreu, saiu com eles (sahabas) para o local da oração, alinhou-os (na fileira) e pronunciou quatro takbirates >>.
AcordadoAn-Najashi é rei de Habasha (hoje Etiópia), tinha uma mão generosa sobre aqueles que imigravam para ele dentre os companheiros do profeta, quando sentiram o aperto dos curaixitas em Meca e antes dos moradores de Medina entrarem no Islã, ele honrou-os, em seguida foi conduzido pela sua boa intenção, pelo facto seguir a verdade, afectou-lhe a velhice até quando se converteu ao Islã, então morreu na sua terra e nunca viu o profeta - Quea a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele -. Pela sua bondade com os muçulmanos, e a grandeza de sua posição, e pelo facto de estar numa terra onde não se realizou a oração fúnebre, o profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - informou a seus companheiros sobre a sua morte naquele dia em que ele morreu, então ele (o profeta) saiu com eles para o local da oração; para honrar a importância de An-Najashi e declaração de sua conversão ao Islã, anunciar seu mérito, e uma recompensa para ele daquilo que fez para os imigrantes e pedir que muitos se reunam para a oração fúnebre, então ele (profeta) alinhou-os, rezou para ele pronunciando quatro takbirates naquela oração, como intercessão para ele diante de Allah - o Altíssimo -.
Segundo Salamah ibn Al-Akwai - Que Allah esteja satisfeito com ele - relatou: << Rezávamos com o mensageiro de Allah - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele -, em seguida íamos embora e nas paredes não tinha sombra para nos proteger >>. Noutra versão: << Rezávamos a oração de sexta-feira com o mensageiro de Allah - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - quando o sol estivesse no meio pouco declinado para o poente, em seguida voltávamos, em seguida voltávamos pedindo se proteger na sombra >>.
AcordadoSalamah ibn Al-Akwai - Que Allah esteja satisfeito com ele - conta que eles presenciavam a oração de sexta-feira com o profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele -, eles rezavam cedo, onde concluiam dois sermões e a oração, em seguida dispersavam-se para suas casas, e nas paredes não tinha sombra suficiente para se protegerem. Na segunda narração: Eles rezavam a oração de sexta-feira com o profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - quando o sol mantinha-se no meio (do céu) e pouco declinado ao poente, em seguida se dispersavam. Os sábios (muçulmanos) são unânimes que o último horário da oração de sexta-feira é o último horário da oração de Zuhr, e o mais priorizado e o melhor (horário) é a oração após o zawal; porque geralmente foi a práctica do profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele -; e porque é o horário pelo qual há unânimidade entre os sábios, a não ser que haja uma necessidade; como um calor intenso e sem ter algo para se protegerem, ou quererem sair para a luta antes de zawal, então não há culpa em rezar antes de zawal mas próximo a ele.
Segundo Abdullah ibn Umar ibn Al-Khattab - Que Allah esteja satisfeito com ele - relatou: << O profeta - Que a paz e bênçãos de Allah esteja sobre ele - fazia os dois sermões em pé; e sentava um instante que separava entre as duas partes (de sermão) >>. E na narração de Jábir - Que Allah esteja satisfeito com ele -: << O profeta - Que a paz e bênçãos de Allah esteja sobre ele - fazia os dois sermões em pé, e separava entre as duas partes de sermão através da posição sentada >>.
Relatado por Al-Baihaqi - AcordadoSexta-feira é um dia com grande congregação abrangente para todos moradores da região, por isso, o profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - através da sua sabedoria fazia dois sermões para as pessoas, orientava-os para o bem e proibia-os acerca do mal. Fazia os dois sermões enquanto estava em pé no púlpito; para que o aprendizado e a pregação seja significante para eles, e ao ficar em pé demonstra a força do Islã e seu esplendor. Quando terminava do primeiro sermão, sentava algum instante para descansar, então separava o primeiro sermão em relação o segundo, em seguida, levantava para fazer o segundo sermão; para que o palestrante não se canse e causar preguiça ao ouvinte.
Segundo Jundub ibn Abdullah Al-Bajaly - Que Allah esteja satisfeito com ele - relatou: << O profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - rezou (a oração de Eid) no dia de "an-nahr" (10 de Zhul Hijjah), em seguida, fez sermão, depois sacrificou animal e disse: aquele que sacrificou (animal) antes de rezar, que sacrifique outro (animal) no seu lugar, e quem não sacrificou, que sacrifique pronunciando "Bismillah" (em nome de Allah) >>.
AcordadoNo dia de an-nahr (10 de Zhul Hijjah), o profeta - Que a paz e bençãos de Allah estejam sobre ele - começou com a oração (de Eid), em seguida fez o sermão e depois sacrificou (animal), ele saía levando seus animais para o local da oração; uma demonstração dos rituais do Islã e do benefício e educação da nação. Ele disse para eles como regra e uma das condições dos animais para sacrifício: aquele que sacrificar antes de rezar a oração de Eid, este animal sacrificado não é permitido, que sacrifique outro animal no seu lugar; e aquele que ainda não sacrificou, que faça pronunciando o nome de Allah "Bismillah"; para que este sacrifício seja certo e lícito; o que indica a recomendação dessa sequência na qual não é permitida além dessa. Este hadith mostra que a entrada do horário do sacrifício (de animal) é após o término da oração de Eid, não é no horário da oração e nem após o imam fazer o sacrifício excepto aquele que não tem obrigação de realizar a oração de Eid, como aquele que é viajante.
O Companheiro Abu Sa‘id (que Allah esteja satisfeito com ele) relatou: O anjo Jibril (Gabriel) veio até o Profeta ﷺ e perguntou: ???? "Ó Muhammad, você está doente?" ???? O Profeta ﷺ respondeu: "Sim." ???? Então, Jibril fez uma súplica por ele, dizendo: "Em nome de Deus, eu te faço ruqyah (cura espiritual). Que Ele te proteja de tudo que te prejudica, do mal de qualquer alma ou do olhar invejoso. Que Deus te cure. Em nome de Deus, eu te faço ruqyah."
Narrado por MusslimO anjo Jibril (Gabriel) veio até o Profeta ﷺ e perguntou: "Ó Muhammad, você está doente?" O Profeta ﷺ respondeu: "Sim." Então, Jibril realizou uma ruqyah (cura espiritual) para o Profeta ﷺ**, dizendo palavras de proteção e cura. "Em nome de Allah", buscando Sua ajuda, "eu te exorcizo e protejo". "De tudo que possa te prejudicar", seja pequeno ou grande, "do mal de qualquer alma" maliciosa, "ou do olhar invejoso", para que não te atinja. Que Allah te cure, te proteja e te preserve de todas as doenças. "Em nome de Allah, eu te exorcizo" – esta repetição enfatiza a proteção e a confiança plena em Allah, começando e terminando com Seu nome, como um lembrete de que nenhum benefício ou cura vem senão d'Ele, o Altíssimo.
O Companheiro Abu Humayd As-Sa‘idi (que Allah esteja satisfeito com ele) relatou que o Profeta ﷺ disse: O Mensageiro de Allah ﷺ nomeou um homem chamado Ibn al-Lutbiyyah como responsável pela coleta das caridades (zakah) da tribo de Banu Sulaym. Quando ele retornou, apresentou a prestação de contas e disse: "Isto é o que pertence a vocês (ao tesouro público), e isto é um presente que me foi dado." Então, o Profeta ﷺ lhe disse: "Por que você não ficou na casa de seu pai e de sua mãe, para ver se esses presentes realmente chegariam até você, caso estivesse dizendo a verdade?" Depois disso, o Profeta ﷺ subiu ao púlpito, louvou e agradeceu a Allah, e então disse: "Eu nomeio um de vocês para uma função que Allah me confiou, e ele volta dizendo: ‘Isto pertence a vocês, e isto foi dado a mim como presente.’ Por que ele não permaneceu na casa de seu pai e de sua mãe para ver se receberia esses presentes? Por Allah, ninguém de vocês tomará algo indevidamente sem que compareça diante de Allah no Dia do Juízo carregando esse bem sobre si! E eu verei alguns de vocês comparecendo perante Allah carregando um camelo que estará rugindo, ou uma vaca que estará mugindo, ou uma ovelha que estará berrando." Então, ele levantou a mão até que se pôde ver o branco de sua axila e disse: "Ó Allah, será que eu transmiti?" E assim o Profeta ﷺ alertou sobre a gravidade da apropriação indevida dos bens públicos, deixando claro que quem o faz enfrentará suas consequências no Dia do Juízo.
Bukhari e MusslimO Profeta ﷺ nomeou um homem chamado Ibn Al-Lutbiyyah para coletar o zakat da tribo Banu Sulaym. Quando ele voltou para Medina, o Profeta ﷺ pediu que ele prestasse contas do que havia coletado e como havia gasto. Então, Ibn Al-Lutbiyyah disse: "Este é o dinheiro que pertence a vocês (a receita do zakat), e este outro foi dado a mim como um presente." O Profeta ﷺ respondeu-lhe severamente, ensinando sobre a responsabilidade dos administradores públicos. "Por que você não permaneceu na casa de seu pai e de sua mãe para ver se receberia algo como presente, caso estivesse dizendo a verdade?", que os presentes recebidos em virtude de uma função ou cargo público não são presentes genuínos, mas sim ganhos derivados do trabalho e da posição ocupada. Ele explicou que, se a pessoa estivesse em sua casa, sem o cargo ou a responsabilidade, nada lhe seria dado. Assim, não é permitido considerar esses presentes como lícitos simplesmente porque foram entregues sob o pretexto de presente. O Profeta ﷺ, irritado, subiu ao púlpito, louvou e glorificou Allah, e disse: "Depois disso, eu designo dentre vós um responsável, um funcionário, sobre aquilo que Allah me concedeu para administrar, das zakat (caridade obrigatória) e das ghanima (despojos de guerra). Ele vem com o que fez de seu trabalho e diz..." 'Este é o que pertence a vós, e este é um presente que me foi dado.' Por que ele não permaneceu na casa de seu pai e de sua mãe para ver se receberia algum presente? Por Allah, ninguém tomará algo que não lhe pertence sem enfrentar Allah no Dia do Juízo carregando o que tomou em suas costas! Se o que tomou for um camelo, ele rugirá; se for uma vaca, ela mugirá; e se for uma ovelha, ela berrará." Ele levantou suas mãos intensamente, até que os que estavam sentados puderam ver o branco de suas axilas. ???? Então, o Profeta ﷺ disse: "Ó Allah, eu transmiti a Tua ordem a eles." O Companheiro Abu Humayd As-Sa‘idi (que Allah esteja satisfeito com ele) relatou que ele viu isso com seus próprios olhos e ouviu com seus próprios ouvidos.
O Companheiro Iyas ibn ‘Abdillah ibn Abi Dhubab (que Allah esteja satisfeito com ele) relatou que o Mensageiro de Allah ﷺ disse: "Não batam nas servas de Allah." Então, ‘Umar foi até o Mensageiro de Allah ﷺ e disse: "As mulheres começaram a se tornar desobedientes a seus maridos." Diante disso, o Profeta ﷺ permitiu que se disciplinassem as esposas. Logo depois, muitas mulheres foram até a família do Profeta ﷺ reclamando de seus maridos. Então, o Profeta ﷺ disse: "Muitas mulheres vieram até a família de Muhammad reclamando de seus maridos. Aqueles que fazem isso não são os melhores dentre vocês."
Narrado por Abu Daud e ibn Majah;O Profeta ﷺ proibiu os maridos de baterem em suas esposas. Então, o Califa ‘Umar ibn Al-Khattab (que Allah esteja satisfeito com ele) veio e disse: "Ó Mensageiro de Allah, as mulheres começaram a se tornar ousadas contra seus maridos e seus comportamentos se deterioraram." O Profeta ﷺ permitiu que o marido corrigisse sua esposa com um leve castigo físico, desde que houvesse uma razão legítima, como desobediência grave ou recusa em cumprir seus deveres conjugais. Depois disso, algumas mulheres foram até as esposas do Profeta ﷺ reclamando de que seus maridos as estavam espancando severamente, abusando dessa permissão. ???? Elas relataram maus-tratos e o uso excessivo da força por parte de seus maridos. O Profeta ﷺ então disse: "Os homens que espancam suas esposas severamente não são os melhores de vós."
Segundo Ibn Umar - Que Allah esteja satisfeito com ele - relatou que o mensageiro de Allah - Que a paz e bênçãos de Allah esteja sobre ele - disse: "Não é adequado para um muçulmano que tenha algo a ser disposto (em testamento), que passe três noites sem ter seu testamento escrito consigo." Abdullah ibn Umar (رضي الله عنهما) comentou: "Desde que ouvi o Mensageiro de ALLAH dizer isso, nunca passei uma noite sem ter meu testamento comigo."
Bukhari e MusslimO Profeta (que a paz e as bênçãos estejam com ele) informou que não é adequado para um muçulmano que possua algo a ser legado, seja em direitos ou propriedades, ainda que pouco, passar três noites sem que sua vontade esteja por escrito com ele. Abdullah ibn Umar (que Allah esteja satisfeito com ele e seu pai) disse: "Nunca passei uma noite desde que ouvi o Profeta (que a paz esteja com ele) dizer isso sem ter minha vontade escrita comigo."